sábado, 8 de abril de 2017

APRENDA A DIVIDIR

O milagre da multiplicação dos pães e peixes é uma história muito conhecida. E que traz inúmeros ensinamentos.

Veja o que o Rogers tem a falar sobre esse tema no seu mais novo vídeo aqui

quinta-feira, 6 de abril de 2017

OS SETE PECADOS CAPITAIS

Você já deve ter ouvido falar sobre os sete pecados capitais. Trata-se de uma lista dos pecados considerados por muitos os mais sérios que o ser humano pode cometer, por isso são chamados "capitais". São eles: luxúria, gula, avareza, ira, soberba, vaidade e preguiça.

Essa lista foi desenvolvida mais de mil anos atrás e até hoje é fundamental na teologia da igreja católica. Os evangélicos têm uma posição um pouco diferente pois, na sua maioria, consideram que todos os pecados são igualmente tóxicos e o que pode variar são as consequências geradas por eles. Para quem pensa assim, os pecados capitais seriam apenas aqueles com maior capacidade destrutiva. 

Em 2008, a igreja Católica gerou uma lista adicional de pecados capitais, para levar em conta as questões da vida moderna. Nessa segunda lista constam os seguintes itens: experimentos biológicos (como aqueles com células tronco), uso de drogas, poluição do meio ambiente, riqueza excessiva, geração de pobreza e violações bioéticas (como o controle da natalidade). 

Não gosto muito dessa nova lista pois alguns dos seus itens, como o controle da natalidade, a meu ver, nem pecados são. Mas os sete pecados capitais originais são extremamente sérios e, sem dúvida, fonte de boa parte do mal que acontece no mundo. 

Aí vai um estudo mais detalhado do seu significado: 

Luxúria 
Definida como o apego e a valorização excessiva dos prazeres relacionados com a sexualidade. A luxúria costuma causar uma enorme série de problemas como a pornografia, a prosmicuidade sexual, a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis e assim por diante.

O problema com a luxúria é que ela distorce a sexualidade humana. Deus criou o sexo como a forma de relacionamento mais profunda e bela entre um homem e uma mulher e a luxuria distorce essa perspectiva. E isso vai contra os planos de Deus. 

Gula 
Trata-se de comer apenas por prazer, sem qualquer necessidade física - a ingestão de quantidade excessiva de alimentos sem qualquer preocupação com o impacto sobre a própria saúde.  

Na época do Império Romano, a gula assumiu grandes proporções e muitas pessoas passavam o dia em banquetes - comiam, provocavam o vômito e voltavam a comer. 

E a gula voltou a ser importante nas últimas décadas, quando a sociedade moderna passou a enfrentar verdadeira "epidemia" de obesidade - nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de um terço da população é obesa e outro terço está cima do peso ideal. Assim doenças como diabete tipo II ou arteroesclerose tornaram-se comuns.

Avareza 
Trata-se do desejo incontido de adquirir riqueza, bem como o apego excessivo a ela. Esse pecado gera a insensibilidade crescente da pessoa em relação às necessidades dos demais seres humanos - para os avarentos, qualquer ato é válido desde que leve à obtenção de mais riqueza. 

Algumas consequências desse pecado são a poluição do meio ambiente, a exploração dos mais fracos, a pobreza abjeta e outras coisas terríveis.  

Ira 
Trata-se da raiva sem controle, normalmente aliada à vontade de vingança. É como se houvesse um "veneno" contaminando a pessoa, que vive de crise em crise.  

Durante os episódios de ira, a pessoa como que perde consciência e controle dos seus atos. E aí acontecem agressões a terceiros, físicas e/ou morais. E normalmente são os mais próximos - a família - que sofrem as consequências.

Mas a ira também causa dano à própria pessoa. Quando a crise passa e a pessoa é confrontada com o que fez, aparece enorme sentimento de culpa. E ela promete a si mesma e aos outros que não vai fazer mais aquilo, que vai se controlar, etc. Mas esse auto-controle mostra-se impossível e todos, inclusive a própria pessoa, ficam esperando a próxima crise. 

Soberba 
É a manifestação de orgulho e arrogância. Decorre do sentimento de superioridade que algumas pessoas em posição privilegiada têm em relação aos demais.

Cerca de seis meses atrás, um grupo de pessoas ricas participava de festa no famoso hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Alguns manifestantes juntaram-se na porta do hotel para protestar contra um dos participantes da festa, considerado político corrupto. O ato acabou se tornando uma terrível expressão de soberba: os que estavam no hotel atiravam coisas nos manifestantes abaixo e os xingavam de pobres, vagabundos, etc.

Esse é um dos pecados que mais gera divisões na sociedade, voltando as pessoas umas contra as outras.

Vaidade 
Trata-se da preocupação excessiva com a própria imagem. Para o vaidoso, só importa a própria imagem e a admiração e/ou a inveja que causa nos outros, pela beleza, inteligência e/ou status social superior. É como se a pessoa se tornasse o "deus(a)" dela mesma.

E qualquer ato passa a ser válido para aplacar a vaidade, para manter a própria imagem: abusos do próprio corpo, traição, corrupção e outras coisas mais.

Preguiça 
Trata-se da negligência ou da falta de vontade de fazer aquilo que é importante ou necessário, como trabalho, tarefas domésticas, estudo, etc. 

A pessoa vai adiando continuamente aquilo que precisa ser feito, dando para si e para os outros desculpas esfarrapadas: "há tempo suficiente e não é preciso se apressar", "existem coisas mais importantes para serem feitas" e assim por diante.

A inércia ante as necessidades da vida evidentemente tem consequências ruins. Por exemplo, as coisas acabam não sendo feitas ou são realizadas de qualquer forma, na última hora. E desculpas mentirosas precisam ser apresentadas para justificar o que não feito ou foi mal feito. Assim como as consequências negativas precisam ser descarregadas sobre as costas das outras pessoas, para preservar a própria imagem. 

Palavras finais
Acredito que todos já cometemos, em maior ou menor escala, um ou mais desses pecados. Os sete pecados capitais fazem parte da própria natureza humana e estão sempre presentes na nossa vida. Daí sua importância e a atenção que precisamos ter em relação a eles

Com carinho  

terça-feira, 4 de abril de 2017

SER JUSTO É UMA COISA. QUERER SE JUSTIFICAR É OUTRA

Felipe Moura é psicanalista e especialista na Bíblia Hebraica (Velho Testamento). Escreve neste site na condição de convidado. 
E disse Saul: De Amaleque as trouxeram; porque o povo poupou ao melhor das ovelhas, e das vacas, para as oferecer ao Senhor teu Deus; o resto, porém, temos destruído totalmente. 1 Samuel capítulo 15, versículo 15
Imagine-se olhando para o rei Saul após a grande vitória de Israel sobre um de seus principais inimigos (os amalequitas). O povo estava feliz e orgulhoso, e o rei falava sobre tomarem tudo do bom e do melhor para oferecer ao Senhor.

Muito provavelmente a maioria de nós olharia para o rei Saul e diria que ele era uma pessoa justa e com grande amor pelo Criador. Mas as aparências enganam.

Existem dois tipos de pessoa com quem você se depara diariamente: Aquelas que tentam ser justas e aquelas que tentam se justificar. O rei Saul se insere na segunda categoria.

Saul não via as palavras do Eterno como sendo uma oportunidade de servi-Lo, mas sim de se servir. Ele pensava primeiro no que desejava, para depois tentar se justificar.

Saul queria se dar bem. A partir daí, procurou a desculpa necessária para se sentir bem consigo mesmo. Mas, isso não é ser justo. É procurar se justificar.

Recordo-me de um líder religioso que se envolveu num caso extraconjugal. Ao ser confrontado, passou a tentar se justificar com base no fato da Bíblia não proibir poligamia.

Independente da questão da poligamia ser certa ou errada – o que não estou discutindo aqui – a atitude daquele líder foi errada.

Ele não procurou a Bíblia para saber o que fazer. Ele queria fazer e procurou a Bíblia para se justificar. E a Bíblia é grande o suficiente para que se justifique quase qualquer coisa. Basta ser bom na argumentação.

Mas é quase impossível ao ser humano discernir na outra pessoa se ela é justa ou apenas procura se justificar. Porque a diferença não está na aparência, nem na prática, mas sim no propósito. É uma questão de onde o coração está.

Ironicamente, se você é justo isso não importa! Porque o justo não lê a Bíblia pra julgar o outro, mas sim para ser uma pessoa melhor e mais conectada ao Criador.

Aquele que lê a Bíblia para avaliar o outro está na segunda categoria, pois para ele é importante se justificar, rebaixando aqueles que estão à sua volta.

Isso, portanto, deve ser uma questão de foro íntimo: Como estamos agindo? Como é nossa abordagem ao ler a Bíblia? E o que podemos fazer para nos alinhar ao Criador.

O justo saberá fazer as mudanças necessárias.

Felipe Moura

domingo, 2 de abril de 2017

QUEM TEM O CONTROLE DA SUA VIDA?

Quem controla de fato a sua vida? Você mesmo(a)? Deus? As circunstâncias?

No seu mais novo vídeo, a pastora Carol e a Alicia conversam sobre a questão do controle. Falam sobre como as pessoas ficam ansiosas e sofrem por não terem controle do que acontece nas suas vidas.

E comentam o que você pode fazer quando as coisas parecem fugir ao controle. Veja o vídeo aqui.

Perguntas para a pastora Carol escreva para pastoracarol@sercristao.org . Se você quiser ver outros vídeos da pastora, visite o canal dela clicando aqui.

sexta-feira, 31 de março de 2017

DISQUE 9 PARA FALAR COM DEUS

Há momentos na vida em que é preciso falar com Deus - pedir socorro, buscar consolo e até ouvir uma palavra de orientação. Mas a pessoa não sabe como fazer isso.

Se você é uma dessas pessoas, meu novo vídeo é para você. A referencia que usei foi o Salmo 9, de Davi - um texto de louvor e adoração, mesmo em meio de dificuldades e lutas. Veja o vídeo

quarta-feira, 29 de março de 2017

QUEM É VOCÊ QUANDO NINGUÉM OLHANDO?

A história está repleta de situações em que o poder público entrou em colapso - em casos de guerras ou revoluções, desastres naturais ou até mesmo greves - e as pessoas mostraram seu pior lado. Os saques, depredações e mortes ocorridos em New Orleans (Estados Unidos), depois da passagem do furacão Katrina, e a violência que recentemente aterrorizou o Estado do Espírito Santo, por causa da greve da polícia, são exemplos bem vivos disso.

Quando "ninguém está vigiando" - isto é, quando deixou de haver controle externo, pois o poder público entrou em colapso -, é que o caráter verdadeiro das pessoas aflora. E os exemplos da história comprovam que os resultados não costumam ser bons.

A Bíblia ensina que, se deixadas por conta própria, as pessoas fazem escolhas erradas (pecam). E é por isso que governos são necessários - a Bíblia diz que a ideia de haver um governo veio de Deus (Romanos capítulo 13, versículos 1 a 7). 

Não estou afirmando que todos(as) que governam são de Deus, pois é claro que a história está cheia de exemplos de ditadores violentos e políticos corruptos - a operação Lava Jato provou claramente no caso do Brasil. Também não estou afirmando que todas as regras (leis) são corretas e justas e menos ainda que a age da forma correta. Agora, a sociedade humana seria ainda pior se os governos não existissem - o que aconteceu recentemente no Espírito Santo deixou isso bem evidente.

Mas os governos, mesmo quando bons e sérios, nunca chegam a tempo e a hora para controlar tudo e resolver todos os problemas. É preciso mais: Aí entra o caráter das pessoas - a forma como elas se comportam quando ninguém está olhando.

É isso que Deus busca fazer nas vidas das pessoas (através da ação do Espírito Santo): reformar seu caráter. Ensiná-las a fazer a coisa certa em qualquer circunstância.

E aí está o significado mais profundo do mandamento dado por Jesus de "amar o próximo como a si mesmo". Amor aqui não é um sentimento e sim uma decisão: passar a tratar o próximo como se esse tipo de amor existisse. Trata-se de uma escolha que leva a uma mudança no caráter.

Talvez isso fique mais fácil de entender quando se enxerga esse mesmo mandamento de outra forma, a chamada Regra de Ouro: "faça com a outra pessoa da mesma forma que você gostaria que ela fizesse com você" (veja mais). Isso significa sempre se preocupar com as consequências dos próprios atos sobre o próximo. Assim, se você não quer ser enganado(a), não vai enganar. Se não quer sofrer violência, não será violento(a). Se espera ser tratado(a) com justiça, será justo(a). Se espera receber ajuda, deve ajudar. Se quer ser amado(a), deve amar. E assim por diante. 

Se todo mundo agissem assim, ninguém precisaria ser controlado e o mundo seria um lugar muito melhor para se viver.

O cristianismo é uma religião transformadora exatamente porque investe na mudança do caráter das pessoas - a Bíblia chama esse processo de "santificação". 

E tudo começa na conversão - no momento em que a pessoa aceita Jesus como Salvador. A partir daí, movido pela fé e debaixo da orientação do Espírito Santo, a pessoa vai percebendo o que fazia de errado e sendo incentivada a mudar. Vai assumindo, pouco a pouco, e mais e mais, o caráter do próprio Jesus.

Com carinho

segunda-feira, 27 de março de 2017

O ESPINHO NA CARNE DO APÓSTOLO PAULO

 "Para que não me ensoberbecesse com a grandeza das realizações, foi-me colocado um espinho na carne, Mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Por causa disso, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então Ele me disse: a minha Graça te basta..."                                      2 Coríntios capítulo 12 versículos 7 a 10 
O "espinho na carne" que Deus deu a Paulo sempre causou muitas dúvidas, tanto em relação à causa do sofrimento do apóstolo, como também no que se refere ao motivo pelo qual ele teve que passar por aquele tormento. 

Inúmeras teorias têm sido propostas, a maioria delas propondo que o "espinho" foi uma doença física - como malária, epilepsia ou problema nos olhos - ou de natureza emocional. Alguns estudiosos chegam até mesmo a dizer que o apóstolo enfrentou um problema de ordem sexual que nunca conseguiu superar completamente.



Essas explicações nunca me convenceram completamente. Sempre pensei que essas teorias ou são ideias absurdas (como as questões de natureza sexual) ou não explicam o impacto desse "espinho" na vida de Paulo. Afinal, o apóstolo foi homem de grande coragem pessoal, que passou por naufrágios, prisões e fome (2 Coríntios capítulo 11, versículos 16 a 33) e nunca se impressionou com essas enormes dificuldades como fez com o tal "espinho". 




Um problema, para ter tão grande impacto na vida dele precisaria estar diretamente relacionado com aquilo que Paulo mais prezava: seu ministério de evangelização e pastoreio de igrejas. 

Recentemente, li um estudo que finalmente me convenceu, pois sua conclusão vai exatamente na direção a que me referi acima: a resposta do enigma está no ministério de Paulo. E é essa explicação que vou dividir com vocês hoje. 


Vou começar lembrando que Paulo faz, nos capítulos 11 e 12 de 2 Coríntios, uma ampla discussão sobre suas fraquezas (leia esses capítulos, se tiver tempo, antes de prosseguir na leitura deste post). E ele começa o capítulo 11 falando dos falsos profetas, líderes religiosos que desviavam os fiéis dos seus caminhos e eram verdadeiros enviados de Satanás (versículos 13 a 15). 


Ora, há  precedentes no texto bíblico de chamar pessoas que sejam inimigas do povo de Deus de "espinhos" que incomodam - veja por exemplo Números capítulo 33, versículo 55. Portanto, é entre os falsos profetas que o "espinho" na carne de Paulo deve ser procurado. 



E essa explicação encontra suporte no fato de que, logo após falar que seu "espinho na carne" era um mensageiro de Satanás (ver texto acima), Paulo voltou a citar os falsos profetas (capítulo 12, versículos 11 e 12).


Mas será que Paulo sofreu mesmo algum tipo de perseguição desse tipo? Sim e os relatos da Bíblia nos contam que, quando Paulo tentava implantar uma nova igreja cristã, durante suas viagens missionárias, sempre enfrentava a oposição de um grupo de pessoas que procurava desacreditar seu trabalho e difamá-lo. Há inúmeras referencias a esse tipo de situação - por exemplo, Atos dos Apósotolos capítulo 13, versículos 50 a 52; capítulo 14, versículos 2 a 6 e 19 a 22;  e capítulo 17, versículos 5 a 9. 

Uma oposição tão constante não aconteceu por acaso. Foi obra de um grupo de pessoas que detestava o ministério de Paulo e se organizou para atrapalhar seus passos (Gálatas capítulo 1 versículo 7; capítulo 5, versículo 12). Esse grupo deve ter tido um líder e, provavelmente, é a essa pessoa que Paulo se referiu como o "espinho" na sua carne. 


Três vezes Paulo pediu que Deus removesse esse homem do seu caminho, pois era fonte de tormento, frustração e embaraço. Mas Deus respondeu que não ia fazer isso e sua Graça seria suficiente - já perto do final da sua vida, Paulo refletiu sobre o que passou naquela época, na Galácia e como Deus sempre o apoiou (2 Timóteo capítulo 3, versículos 10 e 11). 



Agora, quem perseguia Paulo? O próprio apóstolo nos falou (2 Corintios capítulo 11, versículos 19 a 23) que eram judeus (hebreus) convertidos ao cristianismo, originários da igreja de Jerusalém, mas provavelmente operando fora da orientação de Tiago, irmão de Jesus, que liderava aquela comunidade



A razão para seu ódio derivava de verem o apósotolo Paulo como um herege, pois o apósotolo defendia que as pessoas não precisavam seguir os mandamentos da lei Mosaica (circuncisão dos homens, restrições alimentares, dentre outros) para seguir o cristianismo. Para Paulo, bastava a fé em Jesus para fazer da pessoa um cristão, posição que acabou aceita por toda a igreja cristã.

O que aconteceu com Paulo não é incomum no meio cristão. Já aconteceu com muita gente boa, como Lutero, Wesley e Martin Luther King, e vai continuar a acontecer. Muitas pessoas cometem o erro de atrapalhar o trabalho dos enviados por Deus tornando-se, consequentemente, mensageiros de Satanás, achando que estão lutando pela fé verdadeira, preservando os princípios mais puros do Evangelho de Jesus Cristo. 


São pessoas bem intencionadas, mas que cometem erros terríveis. E foi assim que aconteceram a Santa Inquisição, a conversão de judeus à força na Espanha em em Portugal, a caça a mulheres apontadas como bruxas nos Estados Unidos e tantos outros episódios vergonhosos. Infelizmente, tas "espinhos" na carne dos enviados de Deus são muito frequentes.  



Com carinho