terça-feira, 31 de dezembro de 2013

FELIZ ANO NOVO

Vou fazer uma confissão para você; não sou muito fã da comemoração de Ano Novo. Já particpei de todo tipo de comemoração, inclusive algumas bem famosas, como a queima de fogos na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. E confesso que nunca me fiquei muito entusiasmado. 

Para mim, a comemoração da passagem de Ano Novo tem um sabor meio artificial. Afinal, a passagem de ano naquela data é uma simples convenção - ela poderia acontecer em qualquer outro dia do ano. Não há qualquer razão cósmica para que ela ocorra à meia noite do dia 31 de dezembro. 

Além disso, essa comemoração promove a ideia de deixar para trás os problemas e começar vida nova. E isso simplesmente não é verdade - amanhã, já no ano novo, você e eu continuaremos a ter os mesmos problemas de hoje. 

Mas não se importe muito comigo, se você é fã dessa comemoração. Essas são apenas reflexões pessoais, que refletem meu estado de espírito. Você tem todo direito de curtir muito essa festa. E se for esse o caso, aproveite bastante. 

Desejo para você um ano de 2014 muito feliz, pleno de realizações e das bençãos de Deus. E que, contando com a Graça d`Ele,  possamos continuar a nos encontrar muitas vezes neste mesmo blog, ao longo do ano novo.

Com carinho

domingo, 29 de dezembro de 2013

AS ENCHENTES NO ESPÍRITO SANTO E MINAS GERAIS

Chega o verão é os desastres causados por chuvas intensas voltam a acontecer. Agora foi no Espírito Santo e em parte de Minas Gerais. Mas, em anos anteriores, aconteceu na região serrana do Rio de Janeiro ou em Santa Catarina. 

Assim, ano após ano, as mortes e a destruição da propriedade da população pobre se repetem. Como também repetem-se as desculpas das autoridades. Primeiro, culpando o tempo, esquecendo-se que chuvas intensas nessa época do ano são perfeitamente normais num clima como o nosso. Depois, alegando que estão tomando todas as providências necessárias e, tempos depois, a imprensa noticia o quão pouco foi feito para reparar os danos - um bom exemplo é a situação de Petrópolis e Itaipava, no Rio de Janeiro, dois anos depois da catástrofe que ali ocorreu. 

O que nunca vejo são autoridades assumindo a responsabilidade pelo que deixaram de fazer: pela falta de sistemas de drenagem adequados, por não removerem o lixo que entope esses sistemas, por não retirarem as pessoas residentes em áreas de risco, dando-lhes um lugar mais seguro para morar, enfim, por não cumprirem sua obrigação.

Impressiona-me muito como a vida humana é "barata" no Brasil. Como a morte ou a perda dos bens das pessoas mais pobres é encarada com tanta naturalidade. Como quase todos os governantes são tão insensíveis.

Como será que esses governantes, permanentemente preocupados apenas com seus jogos de poder e as próximas eleições, podem dormir tranquilos?  O pior é que essas pessoas tornam-se tão insensíveis, com o coração tão "endurecido", que dormem perfeitamente bem, achando que não tem culpa nenhuma. É muito triste, mas é a mais pura realidade.

Fica aqui meu desabafo.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ANIMAIS PODEM IR PARA O CÉU?

Outro dia uma adolescente me perguntou se animais podem ser salvos, se há um céu esperando por eles. Essa pergunta, aparentemente trivial, é importante porque os animais são muito importantes para várias pessoas: são seus companheiros de vida e fonte de carinho constante. Parte fundamental das suas vidas. Daí porque a ideia de que os seus queridos não tenham a possibilidade de um futuro no céu as deixe tristes, como a amiguinha que me fez a pergunta.

Para responder, é preciso entender, à luz da Bíblia, o que significa ir para o céu ou o inferno. Trata-se de definir como será o relacionamento de cada ser humano com Deus na chamada Vidas Eterna, aquela que irá existir no final dos tempos. O céu corresponde a uma vida junto d´Ele, cheia da felicidade que daí decorre. O inferno é exatamente o contrário disso.

E o caminho de cada pessoa será consequência direta das escolhas que ela tiver feito na sua vida. E quem aceitar Jesus como Salvador será salvo, irá para o céu. Assim, parece correto dizer que não é Deus quem coloca as pessoas no inferno e sim a própria pessoa, mediante suas escolhas.

Logo, só faz sentido falar sobre céu e inferno com quem tenha capacidade para fazer escolhas, ou seja quem disponha de livre arbítrio. Mas somente livre arbítrio não basta: é preciso conhecer a diferença entre o bem e o mal. Uma criança tem capacidade para fazer escolhas, mas não sabe a diferença entre certo e errado e, portanto, não é responsável pelas escolhas que faz.

Em resumo, somente quando existe livre arbítrio e consciência do que é certo faz sentido responsabilizar um ser vivo pelos seus atos - a Bíblia chama as escolhas erradas de pecados. 

Mas somente os seres humanos têm essa capacidade pois foram feitos à imagem e semelhança de Deus (Gênesis capítulo 1, versículo 26). Os animais agem por intinto, pois não têm consciência dos seus atos no sentido que acabei de definir. 

Assim, não faz qualquer sentido dizer que o leão é pecador por matar a zebra - ele faz isso instintivamente porque tem fome e precisa sobreviver. Não há como aplicar o mandamento "não matarás" para ele. Simples assim.

Os animais não tem capacidade para pecar e, portanto, o conceito de céu ou inferno não se aplica a eles. Não faz sentido falar em salvação para um cachorro ou um gato, pelo menos no sentido que a Bíblia dá a esses conceitos. 

Isso não significa que os animais estarão ausentes do céu. Acredito (mas isso é apenas uma opinião) que eles estarão presentes sim, pois fazem parte da criação de Deus. Agora, não sei como isso se dará, pois a Bíblia nada fala a respeito. 

Com carinho       

domingo, 15 de dezembro de 2013

OLHANDO COM "OLHOS DE VER"

Podemos aprender sobre Deus de várias: ler e estudar a Bíblia, frequentar cursos, ouvir pregações e assim por diante. Mas há uma forma que poucos usam: olhar para o mundo com "olhos de ver" para encontrar as "impressões digitais" d´Ele em todos os locais. 

Eu me explico. Como Deus criou tudo, a própria maneira como as coisas são organizadas, tanto no universo em geral, como na natureza em particular, nos fornecem pistas concretas de como a mente d´Ele funciona e sobre seus planos para os seres humanos. Mas somente conseguiremos perceber isso quando olharmos para as coisas que nos cercam com "olhos de ver". Quando olharmos não somente para a superfície das coisas, mas também procurarmos perceber o que Deus fez e continua a fazer.

Vou dar um exemplo. Somos criaturas que precisam de nutrientes externos a nossoa corpoa para nos mantermos vivos. Agora, Deus poderia ter-nos criado de forma a adquirir esses nutrientes de uma maneira que não envolvesse comer, por exemplo, via fotossíntese, como ocorre com as plantas.

Mas Deus fez as coisas de forma diferente: precisamos adquirir nutrientes comendo vegetais e animais. E isso gera a necessidade que o ser humano encontre comida e a torne disponível para consumo. E por causa disso foram desenvolvidas a agricultura e a pecuária, as indústrias para processar o material produzido, os armazéns para guardar esses produtos e os transportes, visando levar produtos de um lugar para outro. E as coisas não terminam aí, pois ainda há a necessidade de fazer a preparação final dos alimentos (cozinhar) e seu consumo. Dessas necessidades surgiram mais indústrIas (eletrodomésticos como geladeiras e fogões) e serviços (como lanchonetes e restaurantes). Finalmente foram gerados hábitos sociais importantes, como as refeições em família.

Imaginem como nosso mundo seria diferente se os seres humanos não precisassem se alimentar, se adquirissem nutrientes de outra forma. Se Deus definiu que fosse assim, foi porque tinha um propósito. Não tenho espaço para desenvolver aqui para desenvolver esse tema em particular, o que será objeto de post futuro, mas posso adiantar que o ato de comer, de trocar experiências em torno de uma mesa, é fundamental para a sociedade humana. E não foi por acaso que Jesus estabeleceu um sacramento - a Santa Ceia - em torno de uma refeição, onde os cristãos devem comer pão e vinho em sua memória.

Mas voltando ao tema deste post, se não olharmos para o mundo com "olhos de ver", não perceberemos que o simples ato de comer molda toda a sociedade humana e que esse hábito revela um plano de Deus. 

Existem muitas outras coisas similares e posso citar outro exemplo para comprovar com mais força o que estou querendo dizer: Por que a reprodução humana é feita através do sexo, quando poderia ocorrer por simples divisão celular? Oara o sexo tem um impacto gigantesco na vida humana, mas poderia não ser necessário. E se existe, há um propósito de Deus nele. 

Os planos de Deus são muito mais complexos do que conseguiremos perceber se vivermos no mundo "sem olhos de ver", ou seja sem nos preocuparmos de perceber seus planos. E é por viverem assim, que muitos seres humanos tornam-se ateus ou, mesmo sabendo da existência de Deus,  lhe dão pouca importância - vivem como se Ele não existisse. 

Deus está presente em todos os lugares, mas, muito mais do que isso, suas decisões influenciam a forma como vivemos - somos totalmente dependentes d´Ele. 

E precisamos perceber isso, caso contrário Deus nunca vai assumir a importância que merece em nossas vidas. Somente a compreensão dessa verdade vai nos fazer viver de fato o mandamento que de colocar Deus em primeiro lugar, acima de qualquer outra coisa. Simples assim.

Com carinho

sábado, 7 de dezembro de 2013

O PODER DO PERDÃO

Morreu ontem, aos 95 anos, Nelson Mandela, talvez o maior líder político mundial dos últimos 30 anos. Sua trajetória, de prisioneiro político, até Presidente da República, parece enredo de filme. Sua grande contribuição para a África do Sul foi a política de reconciliação entre as populações barnca e negra, que ele instituiu e dirigiu. 

A África do Sul seguiu durante séculos uma política de discriminação racial oficial, que deixava os negros, maioria da população, sem boa parte dos seus direitos políticos e econômicos. E para manter os negros na linha, os dirigentes brancos cometeram inúmeras e muito sérias violações contra os direitos humanos. 

Mas, a política do apartheid foi ficando cada vez mais difícil de manter, até porque a ONU decretou um embargo econômico contra a África do Sul, e a elite branca percebeu que seria preciso promover uma abertura política. os brancos temiam que os negros, ao tomarem o controle do governo, viesse a retaliar a população branca, em vingança por tudo que tinham sofrido, como aconteceu em outros países da África, como a Rodésia (hoje Zimbabwe). 

Aí entrou em cena Mandela. Ele estava preso havia décadas, por conta da sua luta contra o apartheid e era um ídolo para os negros. O governo racista o procurou e perguntou se ele toparia conduziru um processo de transição do poder, que desse aos negros os direitos que eles tanto queriam, mas que garantisse a integridade física e econômica da população branca.

E Mandela aceitou, mesmo contra a opinião de mutios dos seus seguidores, que estavam sedentos por vingança. Foi libertado da cadeia, concorreu em eleições livres e foi eleito Presidente. E tornou-se, a partir daí, o garantidor da paz social na África do Sul.

Ele teve a grandeza de saber perdoar aqueles que lhe tinham causado sofrimento (foi torturado na cadeia) e pregou a conciliação para todoa a população. E, por conta da sua liderança e popularidade, os negros aceitaram esse compromisso e a transição foi feita de forma pacífica. 

Para facilitar esse processo, Mandela instituiu tribunais onde as violações dos direitos humanos feitas pelos brancos racistas eram colocadas a nú, mas as pessoas que tinham cometido esses delitos não sofriam qualquer punição física ou monetária. A punição era apenas moral. Com isso, aquelas pessoas que sofreram violência tiveram o direito a ter sua voz ouvida, mas isso foi feito sem desequilibrar a delicada construção política que precisava ser mantida, para conseguir reconciliar o país.

Philip Yancey fez, num dos seus livros, o relato de uma sessão de um tribunal desse tipo, onde uma mulher negra se levantou para acusar um policial branco de ter matado seu marido e filho e tocado fogo nos corpos, tudo isso na frente dela. Ao falar no tribunal, olhando para o criminoso, sentado à sua frente, a mulher disse que o perdoava e comentou que esperava receber visitas dele, pois não tinha mais família e queria fazer daquele homem parte da sua nova família. Aí o criminoso e aquela mulher se abraçaram e reconciliaram, dando um grande exemplo para todos. 

Foi exatamente por usar a arma do perdão e da tolerância que Nelson Mandela conseguiu evitar um banhi de sangue na África do Sul. E, por causa disso, ganhou o Prêmio Nobel da Paz. Ao longo do tempo, até os brancos passaram a amá-lo, e hoje ele é o Madiba, o pai de toda a nação. 

Mandela era cristão (metodista) e encarnou, como ninguém, o ensinamento do perdão e da reconciliação que Jesus nos deu. E provou que Jesus estava certo, pois só o perdão constrói. 

O mundo ficou menor sem o Madiba. Descanse em paz, Nelson Mandela. Pode ter certeza que seu exemplo vai frutificar.

Com carinho

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A DISCUSSÃO SEM FIM SOBRE A DECORAÇÃO DE NATAL

Todo ano é a mesma coisa: chega dezembro, as decorações de Natal aparecem em todo lugar e o mundo evangélico acaba mergulhado numa discussão interminável: é aconselhável, ou não, para os cristãos, usar esse tipo de enfeite (árvores, bolas, figura de Papai Noel e outros) nas casas e igrejas? Será que a Bíblia proíbe tal tipo de prática?

Eu já me pronunciei sobre isso aqui no blog e, portanto, não vou repetir meus argumentos - minha opinião pessoal é que esse tipo de enfeite não tem impacto espiritual negativo e pode ser usado (veja mais). Mas compreendo perfeitamente, e respeito, aqueles que não aceitam essa prática e querem banir esses enfeites da sua prática de vida. 

Na verdade, qualquer tipo de conclusão sobre essa questão, seja pró ou contra, vai sempre depender de interpretações indiretas dos ensinamentos da Bíblia, já que o tema não é tratado diretamente nela (nem poderia ter sido). Tanto é assim, que várias denominações evangélicas sérias - como é o caso do Metodismo, onde congrego - não se colocam formalmente sobre essa questão, deixando a decisão para a consciência de cada pastor, liderança de igreja local e membro. 

Portanto, a controvérsia não vai acabar. O que fazer então? Como uma comunidade cristã deve agir num caso como esse? Minha receita envolve dois passos, ambos igualmente importantes. 

O primeiro passo é eliminar as decorações que incomodam várias pessoas dos espaços coletivosO ensinamento bíblico que dá suporte a esse tipo de postura é que, se algo escandaliza meu irmão, eu devo evitar fazer isso quando estiver junto dele, como prova de amor cristão e respeito pela sua sensibilidade (1 Corintíos capítulo 8, versículos 8 a 13). Os enfeites podem não incomodar a mim, mas se atrapalham o irmão(ã) que senta ao meu lado no banco da igreja, é um erro insistir neles nos espaços comuns. 

O segundo passo, igualmente importante, é tratar do tema em classes de Escola Dominical ou de estudo bíblico, quando devem ser apresentadas as duas posições - contra e a favor -,  de preferencia por pessoas que pensem de forma diferente. 

Deve ser ainda explicado que os defensores das duas posições são igualmente sinceros, na sua tentativa de seguir fielmente o que a Bíblia ensina. E também deve ser esclarecido que haver duas posições teológicas concorrentes, num caso onde o tema em discussão não questiona os fundamentos da fé cristã, é perfeitamente aceitável. E, finalmente, precisa ser dito que, num caso como esse, as pessoas devem adotar o comportamento que suas consciências ditarem, nos seus espaços de vida pessoal. 

O primeiro passo demonstra amor cristão. Já o segundo, respeita a inteligência e o livre arbítrio de cada ser humano. Acredito que essa postura evitaria que as comunidades cristãs ficassem perdendo tempo com disputas teológicas que não vão levar a lugar nenhum. E, o pior, que a disputa teológica venha a tirar o foco da pessoa de Jesus, razão principal da comemoração do Natal. 

Afinal, os cristãos já enfrentam o problema da erosão contínua do significado do Natal, por conta do apelo excessivo ao consumo. Portanto, tudo que não precisamos é um debate como esse para tornar as coisas ainda mais difíceis. 

Com carinho

domingo, 1 de dezembro de 2013

O QUE SE DEVE AGRADECER A DEUS?

O Dia de Ação de Graças foi comemorado três dias atrás. Nessa data os evangélicos se dedicam a agradecer a Deus as bençãos recebidos. Eu não tenho dúvida quanto à enorme importância dessa prática, pois Deus se agrada de corações gratos, conforme a Bíblia ensina. 

Agora, as questões relacionadas com o reconhecimento das bençãos recebidas de Deus não são simples e, confesso, nem tudo faz sentido. Eu me explico.

Um exemplo vai ajudar a explicar o tipo de situação que costuma incomodar muitas pessoas. Houve um desastre de avião, no qual todos os passageiros, menos um, morreram. O sobrevivente era um cristão e, ao ser entrevistado, após seu resgate dos destroços, agradeceu a Deus o milagre da sua salvação. 

Ora, se aceitarmos que aquela pessoa foi salva por Deus, também precisaremos aceitar que as demais não o foram. Em outras palavras, que Deus escolheu salvar um e condenar (ou pelo menos não interferir quanto) os demais e isso não parece estar de acordo com o caráter de Deus. 

Uma situação parecida ocorre quando, num culto de Ação de Graças, dois cristão sinceros estão juntos: um louva para agradecer as enormes bençãos materiais recebidas, enquanto o outro pratica o chamado "sacrifício de louvor" (louvar mesmo sem vontade de fazer isso), pois vem passando por enormes dificuldades. Eu já vivi essa experiência nas duas condições e sei bem como é isso. 

Como entender o fato de uns parecerem mais abençoados do que outros, mesmo quando não há diferença de mérito para justificar essa assimetria? 

O fato é que não entendemos todas as razões de Deus. Não mesmo. Mas devemos nossa existência a Ele - não existiríamos se Deus não tivesse nos criado e a tudo que nos rodeia. Assim, Ele tem direitos sobre a nossa existência e nós, criaturas, não temos como questionar nosso Criador. 

Muitos não querem reconhecer essa verdade, pois atribuem a si mesmos uma importância que não têm de fato. E por conta disso se julgam no direito de questionar o que entendem ser as "injustiças" de Deus. 

Precisamos aceitar a soberania de Deus, mesmo quando não entendemos suas razões - especialmente quando elas nos parecem "injustas". A Bíblia chama a essa atitude ter "temor" a Deus. 

Mas essa aceitação não deve ser simplesmente conformada, por não haver o que fazer. Deve ser mais: trata-se de aceitar porque existe total confiança em Deus. Que suas razões, mesmo incompreensíveis, são sempre as melhores e somente visam o bem. 

E essa certeza deve nos sustentar. Por isso agradeça a Deus hoje, amanhã e sempre - não apenas no Dia de Ação de Graças. Não importa sua situação ou o que você vê acontecer com as outras pessoas no seu entorno. Seja grato pela sua vida e pelo que Ele está fazendo, mesmo que você não saiba ou não entenda. 

Com carinho