domingo, 25 de junho de 2017

A REGRA DE OURO

Jesus disse que a Lei do Amor - "amar a Deus sobre todas as coisas" e "amar ao próximo como a si mesmo" - resume todos os demais mandamentos da Bíblia. Assim, quem cumprir a Lei do Amor, estará atendendo tudo aquilo que Deus espera do seres humanos.

Mais especificamente no caso do mandamento do amor ao próximo, frequentemente há dúvidas de ordem prática quanto ao que Jesus pediu de nós. O que devemos de fato fazer? Como saber se estamos fazendo o suficiente? 

A Bíblia esclarece essas questões, sem dúvida, mas talvez a forma mais fácil de fazer isso seja através de uma outra formulação da mesma coisa, conhecida na filosofia como a "Regra de Ouro": 

"AJA COM O OUTRO ASSIM COMO GOSTARIA QUE O OUTRO AGISSE COM VOCÊ".
Vários filósofos importantes, cristãos ou não, em diferentes momentos da história, concluíram que a Regra de Ouro é o mandamento mais importante para a vida das pessoas numa sociedade. E é interessante perceber que esses estudiosos chegaram à mesma conclusão a partir de raciocínios distintos, comprovando que todas as pessoas têm uma noção intuitiva desse mandamento - é como se ele estivesse escrito nos corações humanos.

A primeira dúvida que a Regra de Ouro elimina é: o que devo fazer para demonstrar amor ao próximo como a mim mesmo? A resposta é imediata: devo sempre agir com a outra pessoa exatamente como gostaria que ela agisse comigo, se a situação fosse a inversa. 

Assim, se não gosto de ser roubado, não devo roubar. Se não gosto de ser traído, não devo trair. Se não gosto que façam fofoca a meu respeito, não devo fazer fofoca da outra pessoa. Se gostaria que alguém me socorresse num momento de dificuldade, devo fazer o mesmo em relação a quem precisa de ajuda. E assim por diante. 

A segunda dúvida que a Regra de Ouro esclarece é: quem é o meu próximo? Seguindo a mesma linha de raciocínio, preciso primeiro inverter a situação e pensar que sou eu quem preciso de ajuda. Quem eu gostaria quem em ajudasse?

A resposta é evidente: Quem soubesse da minha dificuldade e pudesse ajudar. E não importa que essa ajuda venha pessoalmente, seja dada por telefone ou através de contato numa rede social. O importante é que quem possa contribuir com alguma coisa me ajudar, dê essa ajuda quando eu precisar.

Portanto, devo fazer a mesma coisa: Se for informado de uma necessidade de alguém e puder fazer algo para ajudar, devo fazer aquilo que estiver a meu alcance. Não importa se conheça ou não a pessoa necessitada e se eu possa ajudar pessoalmente, por telefone ou através de uma rede social.

Em outras palavras, o meu próximo, aquela pessoa a quem devo amar, é quem precisar da ajuda que estiver a meu alcance dar. 

É interessante lembrar que mesma essa dúvida foi levantada junto a Jesus e a tirou contando a parábola do bom samaritano (Lucas capítulo 10, versículos 25 a 37). Trata-se daquela parábola onde um samaritano, que ia passando, cuidou de um homem desconhecido, por ele encontrado caído à beira da estrada e fez isso sem esperar qualquer retribuição do homem a quem ajudou. Fez isso simplesmente porque podia ajudar a quem estava precisando.

A terceira dúvida que a Regra de Ouro ajuda a tirar é: Como é possível ter-se um sentimento (amor) por alguém que eu nem conheço? 

Para responder, vamos repetir o mesmo exercício, invertendo a situação: Se eu estiver precisando, gostaria de receber ajuda de que puder fazer algo positivo. Espero, isso sim, que essa pessoa tome a decisão de fazer algo por mim, mesmo que nem me conheça. 

E quando sou eu quem presto ajuda, a mesma coisa precisa acontecer: Trata-se de tomar a decisão de ajudar quem está precisando, conheça eu, ou não, aquela pessoa, tenha eu, ou não, algum sentimento mais expressivo por ela.

A Regra de Ouro, assim como o mandamento do Amor, lidam com uma decisão e não com um sentimento.

Concluindo, seja na forma como Jesus o apresentou, ou seja na forma da Regra de Ouro, o mandamento do amor é fundamental para a vida humana. Se todos o seguissem, simplesmente não seriam necessárias mais leis. E também não seria necessária a polícia para fazer cumprir as leis ou o sistema judiciário para punir quem viola essas mesmas leis.

A violência e a pobreza seriam eliminadas. As drogas não seriam mais produzidas. O terrorismo acabaria. E a poluição seria controlada. Em resumo, o mundo seria um lugar maravilhosos para viver.

Guarde esse mandamento no seu coração e use-o como guia para suas ações. Toda vez que tiver dúvida se deve ou não fazer alguma coisa, coloque-se na situação inversa: Veja se gostaria que a outra pessoa fizesse ou não aquilo com você.

E vai ser fácil encontrar a resposta certa. Tenho certeza.

Com carinho

sexta-feira, 23 de junho de 2017

A MÃO QUE AFAGA, TAMBÉM APEDREJA

Havia uma série policial na televisão da qual eu gostava muito. Os dois autores formam um casal na vida real e usaram seu próprio casamento para modelar a relação entre os dois principais personagens da série. E, por causa disso, sempre foram amados pelos(as) fanáticos(as) fãs da série. 

Certa vez, esse casal de autores foi dar uma aula numa faculdade sobre o tema "a arte de escrever para a televisão". E, durante a aula, mostraram para os(as) alunos(as) um cena de um famoso capítulo da série, quando os dois principais personagens ficaram juntos pela primeira vez. A cena foi cortada da versão desse capítulo que foi ao ar.

Os autores fizerem isso para ilustrar o conceito que, muitas vezes, dar menos detalhes, deixando que a audiência preencham os vazios com sua própria imaginação, é melhor para o resultado artística final. E realmente, os autores tinham total razão - a cena cortada, embora explícita, não agregava nada ao resultado final.

Mas, os(as) fanáticos(as) fãs da série ficaram sabendo sobre a tal cena cortada e se sentiram roubados, pois acharam que tinham direito de vê-la. E começaram a pressionar o casal de autores a fazer isso. E como eles se recusaram, mantendo-se firmes na sua decisão inicial, os(as) fãs passaram a lhes dirigir pesadas críticas nas redes sociais - houve até ameaças físicas.

O casal de autores, em questão de dias, passou de ser amado para ser odiado pelos fãs, comprovando que o famoso ditado é mesmo certo: "a mão que afaga é a mesma que apedreja".

Essa situação me fez refletir sobre como as pessoas mudam de opinião com facilidade. Uma hora quase adoram certo artista, jogador de futebol ou político e, pouco depois, podem facilmente passar a criticar quem antes era motivo de quase adoração. Vemos isso acontecer todos os dias - é só prestar atenção no que a mídia divulga.

Jesus viveu exatamente essa experiência no final da sua vida. No Domingo de Ramos, Ele entrou em Jerusalém, montado num burrico, debaixo dos aplausos e homenagens dos judeus, que chegaram a colocar suas capas no chão para que Ele passasse por cima. As pessoas gritavam "hosanah" - que quer dizer "salva-nos" -, reconhecendo n´Ele o tão esperado Messias (Mateus capítulo 21, versículos 1 a 11). Um homenagem magnífica e muito merecida.

Apenas cinco dias depois, na Sexta Feira da Paixão, Jesus já tinha sido preso, por ordem dos líderes religiosos judeus. E levado até Pilatos, o governador romano da Judeia, para ser julgado.

Pilatos, não vendo em Jesus nenhum crime, ofereceu ao povo libertá-lo, em troca de um bandido terrível (Barrabás), como era costume naquela época, por ocasião da Páscoa judaica.

A mesma multidão que tinha homenageado Jesus poucos dias antes, preferiu ficar com Barrabás (Mateus capítulo 27, versículos 11 a 26). E deixou Jesus nas mãos de Pilatos e Ele acabou condenado à morte.

Essa mudança impressionante aconteceu porque os judeus tinham se decepcionado com Jesus, quando perceberam que sua missão na terra não era conduzir uma revolta militar para libertá-los da dominação romana. A missão de Jesus teve caráter exclusivamente espiritual: Ele veio para nos libertar da escravidão do pecado e nos reconciliar com Deus.

Os judeus erraram na percepção que construíram do nosso Mestre e o puniram - com o abandono - por causa disso. Impressionante.

Há nisso tudo um grande ensinamento: você não deve jamais construir sua vida em cima da expectativa da aprovação das outras pessoas. Até porque tal aprovação pode vir num momento e ser perdida rapidamente, pois "a mão que afaga é a mesma que apedreja".

O importante mesmo é obter a aprovação de Deus para sua vida. Essa aprovação sim, uma vez conquistada, tornar-se-á uma garantia verdadeira para sua vida. 

Com carinho

quarta-feira, 21 de junho de 2017

NÃO VIVA DE APARÊNCIAS

No seu novo vídeo, o Rogers fala das pessoas que vivem de aparências. Preocupam-se demais em aparentar uma coisa que não são. Ora, Deus olha para o interior e não para aparências, logo esse não é um comportamento bom. 

Jesus falou sobre esse tema e ensinou como devemos nos comportar. Veja o vídeo aqui.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

O TIPO DE PAI QUE DEUS É

Os judeus, povo ao qual Jesus pertencia, tinham uma relação forte, mas, de certa forma, também muito distante de Deus. Ele era o foco de toda a adoração e respeito dos judeus, mas também um Ser com o qual as pessoas não se tinha qualquer intimidade. 

Aí algo surpreendente aconteceu: Jesus, durante seu ministério na terra, começou a chamar Deus de "Abba" (no aramaico) - como no início da conhecida oração do "Pai Nosso". Ora, essa é uma palavra que os judeus usavam para se referir, de forma íntima, aos próprios pais e era surpreendente ver alguém se referindo a Deus assim.

Isso abriu o caminho para que as pessoas se aproximassem de Deus, como deve acontecer com os(as) filhos(as) em relação ao seu pai. E esse foi um desdobramento maravilhoso.

Agora, a ideia de ter um Pai celestial é tão atraente para as pessoas que elas se esquecem os outros aspectos de Deus. Preferem se concentrar na ideia de Deus como Pai e tentam explicar o comportamento d´Ele somente com base nessa abordagem, o que gera uma visão distorcida de Deus. 

Perceber Deus como Pai e usar referencias humanas sobre paternidade certamente nos ajudam a entender como deve ser nosso relacionamento com Ele, mas essa metáfora cobre apenas uma parte da realidade de Deus em nossas vidas. Há mais, muito mais, em Deus, além de Pai e é isso que quero mostrar aqui.

Deus não é Pai de todos
Deus é o Criador de todos(as) e oferece a cada pessoa sua salvação, através de Jesus. Mas a Bíblia é clara em dizer que somente quem aceitou Jesus passa a ser considerado(a) filho(a) de Deus (João capítulo 1, versículos 12 e 13).

Enquanto a pessoa não dá esse passo, permanece apenas sendo criatura de Deus, alguém que ele(a) ama muito, é verdade, mas sem os direitos de filho(a).

E sendo assim, a metáfora de Deus como Pai não se aplica a uma boa parte das pessoas, ou seja aquelas não convertidas ainda. 

Deus tem direitos que pais comuns não têm
Deus criou tudo que existe, do nada, e também estabeleceu leis e regras que toda a humanidade precisa seguir. E nenhum ser humano, seja pai ou não, tem essas mesmas prerrogativas. 

Deus tem direitos que os pais biológicos não detém e isso é fácil de perceber - por exemplo, se eu esperar louvor e adoração dos meus dois filhos, certamente acabarei internado num hospício.

Meus filhos podem até reconhecer o que fiz por eles, quando dependiam inteiramente de mim para seu sustento e educação, mas não me devem louvor e adoração. Pais biológicos, segundo a Bíblia, podem e devem esperar apenas ser honrados pelos(as) filhos(as), nada mais do que isso.

Já Deus tem direito a adoração e louvor, não como Pai, mas sim como criador e sustentador do universo, coisa bem diferente. 

Deus, como criador, também tem direito de vida e morte sobre suas criaturas. Mas, eu não tenho esse mesmo direito sobre meus filhos e seria punido pela sociedade se decidisse tirar a vida de algum deles, mesmo que esse filho tivesse agido muito mal comigo.

Finalmente, Deus merece obediência completa dos sues filhos(as). Nenhum pai biológico imagina isso acontecendo com ele.

Além disso, quando desobedecemos a Deus, por cairmos no pecado, somos passíveis de punição, caso não venhamos a nos arrepender arrependimento sinceramente e nos reconciliar com Deus. E essa punição, no limite extremo - a condenação ao inferno - é permanente e absoluta. Ora, nenhum pai biológico pode fazer isso. 

Em resumo, as obrigações que temos com Deus são muito mais amplas e sérias do que aquelas que filhos(as) biológicos têm com seus pais.

Conclusão
Ver em Deus um Pai é ajuda muito a compreender o amor e a graça d´Ele por nós. Mas, essa comparação não pode ir além de certo ponto, sob pena de distorcer a realidade.

Segundo o que a Bíblia revela, os requisitos da relação de Deus conosco vai muito, mas muito além, de uma simples relação entre pai biológico e filhos(as). A realidade é bem mais complexa que isso.

Com carinho

sábado, 17 de junho de 2017

SOMOS FEITOS À IMAGEM DE DEUS. O QUE ISTO QUER DIZER?


Na descrição da criação do mundo, no livro do Gênesis, a Bíblia diz que os seres humanos foram criados à imagem e semelhança de Deus (capítulo 1, versículo 27). Ou seja, somos "cópias" do próprio Deus, embora empobrecidas e distorcidas, por conta das nossas limitações em comparação com Ele.

Agora, o que significa na prática termos sido criados à imagem e semelhança d´Ele? Será que isso significa que somos fisicamente parecidos com Deus? Ou nossa semelhança com Ele tem a ver com outras características nossas?

Nossa semelhança com Deus não é física - no sentido da semelhança que costuma existir entre pais e filhos(as) - e é fácil perceber isso. Afinal, Deus é espírito e nós somos feitos de carne e sangue. Ele não tem sexo – a própria Bíblia o apresenta tanto com caráter masculino (a imagem mais comum) como feminino.

E quando a Bíblia se refere a "olhos", "braços", "pés" ou até "asas" de Deus isso não deve ser entendido literalmente, como se Ele tivesse esses órgãos. Trata-se de linguagem simbólica usada pelos escritores bíblicos para tentar explicar Deus. 

Ora, se não nos parecemos com Deus no aspecto físico, onde está a semelhança? Para responder essa pergunta, é preciso buscar no texto do Gênesis aquilo que é revelado sobre as características de Deus para ver o que se parece conosco.

A primeira característica de Deus amplamente revelada no Gênesis é sua capacidade criadora: Ele fez o mundo a partir do nada. E quem observa com cuidado o mundo que nos rodeia, acaba maravilhado(a) com a beleza da sua estrutura.

O ser humano se parece com Deus na capacidade criadora: Também consegue, do quase nada, criar coisas maravilhosas. Por exemplo, um artista pega uma tela em branco, alguns pincéis e vários tubos de tinta e faz um quadro que emociona e causa admiração.

Os telefones celulares, os computadores e a Internet, para ficar apenas no campo da tecnologia da informação, são obras admiráveis, embora no seu aspecto físico sejam constituídas de um monte de pedaços de plástico, um pouco de cobre e silício, bem como alguns outros metais.

Somente o ser humano, em toda a natureza, tem esse tipo capacidade criadora e nesse fato fica demonstrada a existência de uma centelha divina em nós.

O relato da criação do mundo também mostra Deus ordenando os recursos naturais para fazer deles um conjunto que funciona de maneira admirável, atendendo um objetivo comum (dar condições de haver vida na terra).

O ser humano tem capacidade similar: Consegue ordenar os recursos da natureza e estruturar sociedades e sistemas econômicos de grande complexidade, que funcionam bastante bem. 

Outra semelhança está no discernimento do que é certo ou errado. Deus estabeleceu padrões morais que são universais - por exemplo, pais devem cuidar dos filhos enquanto pequenos e filhos dos pais, quando os últimos envelhecem. Matar outro ser humano de forma gratuita é errado. Trair a confiança das pessoas ou demonstrar covardia também.

Esses são princípios morais existentes em praticamente todas as culturas, independentemente do seu grau de desenvolvimento. Para Deus, portanto, está muito claro o que é correto fazer e Ele revelou sua posição para a humanidade nas leis morais (mandamentos) que estabeleceu para nós. 

E o ser humano tem a mesma capacidade de distinguir o certo do errado - aliás, o relato do pecado de Adão e Eva (quando eles comeram o fruto proibido) gira exatamente em torno dessa questão.

Só os seres humanos têm capacidade de lidar com questões morais em toda a natureza. Os animais se comportam de determinada forma apenas por instinto e não por terem um código moral - por exemplo, uma mão pode se arriscar a perder a própria vida para proteger os filhotes do ataque de um predador, mas, mais adiante, irá abandonar sua prole quando os filhotes crescerem. 

Em resumo, o ser humano é semelhante a Deus em aspectos como sua capacidade criadora e de organização dos recursos naturais para construir sistemas complexos, assim como no entendimento de regras morias. Nisso somos mais parecidos com Ele do que qualquer outro tipo de criatura - nem os anjos têm as mesmas capacidades. 

Agora, somos diferentes de Deus nas escolhas que fazemos. Ele sempre escolhe o certo, mas nós não. Somos pecadores e nos deixamos levar pelas aparências e por sentimentos como orgulho, inveja e ambição.

Por isso, usamos nossa semelhança com Deus para fazer o que é mal. Por exemplo, nossa criatividade é empregada para fabricar armas cada vez mais sofisticadas, para sustentar um consumo cada vez mais desenfreado, para gerar riquezas que são acumuladas por poucas pessoas e assim por diante.

Nossa capacidade para coordenar e dirigir nos permite travar guerras longas, em locais distantes, ou montar esquemas sofisticados de exploração dos mais fracos, ou ainda estabelecer ditaduras que esmagam as pessoas.

Finalmente, nosso discernimento do bem e do mal nos permite elaborar leis que procuram trazer a justiça social, mas também nos permite encontrar mecanismos para deixar de cumpri-las sem nos sentirmos culpados. Permite que criemos desculpas para nós mesmos que acalmes nossas consciências: Por exemplo, "não tenho tempo para fazer isso", ou "preciso pensar primeiro em mim mesmo, pois eu mereço", ou ainda "faço tal coisa porque todo mundo também faz".

Concluindo, Deus nos deu capacidades maravilhosas e cabe a cada um(a) de nós saber usá-las da forma certa. Faça sua parte! Não desperdice o que Deus lhe deu!

Com carinho

quinta-feira, 15 de junho de 2017

NÃO CURTO MINHA FAMÍLIA. O QUE EU FAÇO?

A pastora Carol e a Alícia começam hoje um série de vídeos sobre a família, tema muito importante para a vida cristã.

E elas discutem uma situação difícil: a pessoa não curte sua família. Não está satisfeita com a família que Deus lhe deu. O que fazer nessa situação? O que a Bíblia ensina? Veja o vídeo aqui.

Veja outros vídeos da pastora Carol no seu canal aqui.

terça-feira, 13 de junho de 2017

EVITANDO O PÂNICO

Volta e meia as pessoas passam por situações de pânico - aqueles momentos em que parece haver um perigo enorme e até que tudo está perdido.

No meu mais novo vídeo, eu falo sobre como enfrentar esse tipo de situação, evitando que o pânico tome conta. Veja o vídeo aqui.