quinta-feira, 15 de maio de 2014

O PODER DO BOM EXEMPLO

Recentemente escrevi falando sobre a obrigação dos pais de educarem os filhos dentro da religião cristã (veja mais). Mostrei que essa obrigação somente pode ser cumprida a longo prazo, com muito esforço, pois não é simples ensinar alguém a viver o cristianismo na prática.

Comentei também que esse processo de educação requer dos pais algo mais: dar bom exemplo para os filhos. 

O custo da hipocrisia
Já comentei aqui no blog (veja maisque Jesus exerceu duas profissões: carpinteiro e rabino. Como rabino, Jesus tinha discípulos que viviam com Ele dia e noite. Isso porque os judeus acreditavam que um rabino precisava ensinar principalmente pelo seu próprio exemplo de vida. 

Tal como os rabinos, os pais também devem dar exemplo de vida para seus discípulos, seus filhos. E não há como fugir da realidade que os filhos olham para seus pais em busca de dicas sobre como viver suas vidas. 

Se os pais tentarem fazer com que os filhos sigam caminhos por onde eles mesmos não andam, essa hipocrisia lhes será cobrada pelos próprios filhos, especialmente a partir da pré-adolescência – já vi isso acontecer diversas vezes.

Não estou aqui dizendo que os pais precisam ser pessoas perfeitas, sem qualquer pecado, pois ninguém estaria à altura desse requisito. Certamente os pais vão pecar e, quando fizerem isso e os filhos perceberem, os pais devem ser sinceros, pedir desculpas e falar das suas fraquezas. Sem hipocrisia. 

As consequência do que os pais fazem
A boa educação religiosa não garante que os filhos vão se manter no caminho certo, pois eles também têm livre arbítrio, farão suas próprias escolhas e poderão errar. Mas a experiência mostra que uma boa educação religiosa é uma excelente forma de proteção. 

Mas há um fator de proteção ainda maior que pode decorrer do bom exemplo dado pelos pais. Deus prometeu que, se os pais andassem nos caminhos d´Ele, sua descendência seria abençoada (Êxodo capítulo 20, versículo 6): "...faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam meus mandamentos."

As boas ações dos pais geram bençãos que duram por várias gerações. Isto porque famílias bem estruturadas prosperam sob todos os aspectos: materiais, emocionais e espirituais. 

Essa é outra forma que os pais têm para proteger seus filhos. 

Com carinho  

terça-feira, 13 de maio de 2014

CABE MUITA COISA DEBAIXO DE UM "GUARDA CHUVA"

Existem alguns versículos da Bíblia que parecem "guarda chuvas" - "debaixo" deles cabem muitas interpretações diferentes. E isso seria apenas uma curiosidade se algumas dessas interpretações não causassem tanto mal, gerando culpa e sofrimento indevidos para muitos(as) cristãs(ãs).

Isso ocorre porque alguns líderes religiosos usam esse tipo de versículo para construir doutrinas que buscam "amarrar" as pessoas a comportamentos pré-estabelecidos que sejam mais do gosto desses mesmos líderes.  

Vou dar dois exemplos de versículos "guarda chuva" e de interpretações construídas a partir deles para explicar melhor o que acabei de dizer. O primeiro exemplo é o versículo que onde está dito ser o corpo humano o "templo do Espírito Santo" (1 Corintios capítulo 6, versículo 19). Já vi esse versículo ser usado para construir doutrina de diversos tipos e uma delas é aquela que proibe tatuagens. 

Ora, o único texto que fala diretamente sobre tatuagens na Bíblia (Levítico capítulo 19, versículo 28) condena essa prática apenas quando feita com o objetivo de cultuar os mortos. É evidente que a proibição tem a ver com o fato da pessoa passar a exibir no seu corpo a marca de um culto proibido. E seria razoável estender essa proibição além do culto aos mortos, para abranger qualquer culto idólatra, pois o sentido parece ser o mesmo. Mas tal proibição não se aplica às tatuagens feitas por outras razões, como manifestação de opinião polítca, de cunho puramente estético, etc.

Agora muita gente não gosta de tatuagem - eu mesmo penso assim. Mas alguns líderes religiosos que não gostam de tatuagens, ao invés de aceitarem que as pessoas têm o direito de agirem como pensam ser melhor, procuram usar a Bíblia para transformar sua opinião pessoal num dogma de fé, que não pode ser violado sob pena da pessoa estar pecando. 

É aí que entra o versículo que fala que o corpo humano é o "templo do Espírito Santo". Sendo assim, raciocinam essas pessoas, esse corpo não pode ser desfigurado por coisas como piercing ou tatuagem e, quem faz isso, está pecando, pois age contra esse "templo". Alguns vão ao ponto de afirmar que esse tipo de coisa é uma porta aberta para a ação de Satanás na vida da pessoa. 


Repare que, se olhado com isenção, o texto bíblico sobre o corpo humano não permite tirar essas conclusões - leia o texto de 1 Corintios, começando alguns versículos antes daquele onde há a referencia ao corpo humano e continuando por alguns versículos depois e verá o que estou dizendo. 


Mas isso não impede que muitos líderes apavorem os fiéis com esse tipo de declaração - recentemente recebi um pergunta aqui no blog sobre esse tema e a pessoa que se manifestou estava sofrendo muito. E alguns promovem até exorcismo em todo mundo que é tatuado. 

Se o versículo que fala do corpo humano pudesse ser usado dessa forma, tudo aquilo que faz mal ao físico deveria passar a ser considerado pecado: engordar, deixar de fazer exercícios físicos, não tomar remédios da forma correta e assim por diante. Mas isso não ocorre. Ouseja, trata-se de um caso claro de "dois pesos e duas medidas".

Outro exemplo interessante tem a ver com a declaração bíblica que nos manda fugir da "aparência do mal" (1 Tessalonicenses capítulo 5, versículo 22). Esse versículo é muito útil para quem quer estabelecer regra de vida para os outros, pois basta rotular alguma coisa, mesmo quando não é diretamente proibida na Bíblia, de "aparência do mal", para ela passar a ser proibida. 


Já vi, por exemplo, esse versículo sendo usado para proibir os cristãos de dançarem, mesmo quando se trata de casais legalmente constituídos. Ora, onde está a "aparencia do mal" nesse caso? Talvez as pessoas que pensam assim se esqueçam que havia dança nos tempos de Jesus - por exemplo, ela ocorria nos casamentos. E Jesus nunca condenou diretamente a dança.


A "aparencia do mal" (aquilo que não é mal em si mas dá a impressão de ser) deve ser evitada para não causar impacto negativo na mente de pessoas que não saibam distinguir bem o que está acontecendo. Por amor cristão, então, a prática que pode dar a aparencia de ser errada deve então ser evitada. E isso deve acontecer apenas enquanto os necessários esclarecimentos não forem dados. Somente isso. 

Há muitos outros versículos tipo "guarda chuva" como, por exemplo, "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus" (Romanos capítulo 8, versículo 28) e "Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos" (Salmo 91, versículo 11). E todos eles infelizmente são abusados por pessoas que querem construir doutrinas que estejam de acordo com seu gosto pessoal. 

Portanto, fique sempre alerta contra esse tipo de coisa. Procure pelos fundamentos das afirmações que tal ou qual coisa é pecado. Se não perceber um fundamento bíblico claro e direto proibindo aquela prática ou atitude, pode desconsiderar a afirmação que foi feita. Simples assim.


Com carinho  

domingo, 11 de maio de 2014

O QUE FAZER PARA AJUDAR DIANTE DA DESGRAÇA

Nesses últimos dias a família da minha mulher sofreu um grande baque: um rapaz de 20 anos morreu num acidente de carro. Junto com ele, morreram outros dois. O acidente de carro foi daqueles que infelizmente acontecem frequentemente com os jovens: viagem de noite por estrada não muito boa, excesso de velocidade, alguma chuva e um caminhão vindo em direção contrária. O resultado vai marcar profundamente a vida de dezenas de pessoas. Uma tristeza.

Quando esse tipo de coisa acontece, você talvez fique se perguntando o que fazer. Deve tentar consolar ou permanecer calado(a)? Se a pessoa em sofrimento fizer uma pergunta, tentando encontrar sentido para a tragédia, deve procurar responder? E o que dizer?

O que fazer nos primeiros momentos
Minha recomendação é simples: sente-se ao lado da pessoa que sofre, abraçe-a e chore junto com ela. Apenas isso. Passe a mensagem que está solidário(a). Que a dor da outra pessoa também é sua.

Evite falar muito. Comunique-se mais através de atitudes solidárias do que de palavras. E nunca procure dar explicações nesses momentos iniciais. Não há coisa pior do que alguém chegar num enterro e tentar consolar, dizendo coisas como: “Conforme-se, pois foi Deus quem quis assim”. Já vi isso acontecer e, acredite, o resultado nunca é bom. 

Nada do que você falar naquele momento vai ajudar e basta uma palavra infeliz, mesmo com a melhor das intenções, para deixar uma marca ruim. Há sim coisas que podem ser ditas, mas depois, quando os ânimos serenarem um pouco.

E se a pessoa, no seu desespero, se revoltar contra Deus, não se escandalize. Inúmeros homens da Bíblia fizeram isso. Pode ter certeza que Deus compreende. E Ele não vai usar palavras desesperadas contra quem está sofrendo. 

O que fazer mais tarde
Passados os momentos iniciais, aqueles(as) que sofreram a tragédia passam realmente a vivenciar sua perda. É quando “cai a ficha”, conforme se diz popularmente. A perda passa a ser sentida no dia-a-dia e a vida muda para pior. E a maior parte das pessoas que se solidarizou nos primeiros momentos precisou voltar para suas próprias vidas. 

É aí que você pode ser mais útil. Primeiro fazendo-se presente na vida de quem sofre. E depois ajudando a responder às dúvidas que vão surgir.

Essas dúvidas são bem comuns: Por que isso aconteceu? Por que Deus permitiu que a desgraça afetasse tanto minha vida? Posso continuar a confiar nesse Deus? Há respostas para essas questões, mas infelizmente elas não são fáceis de dar e muito menos de receber, pois contrariam a lógica humana.

O fato é que Deus não nos revela todas as razões para aquilo que faz ou permite que aconteça. E a razão é simples: há limites para a mente humana. Para o que conseguimos entender. 

Aceitamos essa limitação em relação a muitas questões. Por exemplo, não sabemos bem como será o final dos tempos. E vivemos com essa ignorância sem maiores problemas. 

Mas é muito mais difícil aceitar a falta de explicação para uma catástrofe. As pessoas querem entender. Precisam entender para sentir que têm algum controle sobre suas vidas. A desgraça as faz sentir vulneráveis e inseguras - o que garante que ela não vai se repetir? 

A solução que Deus oferece para esse impasse é estranha para a lógica humana: a fé. Ele nos pede para aceitar aquilo que não é possível entender pela razão através da fé n´Ele, da confiança que Deus é amoroso, misericordioso e sempre interessado naquilo que é melhor para os seres humanos.

É isso que você precisa dizer para quem está sofrendo. E reconheço que não é fácil seguir por esse caminho. Em meio à dor e ao sentimento de fragilidade gerado pela catástrofe, encontrar sentido nas coisas da vida apenas mediante a confiança em Deus não é um pedido fácil de ser atendido. 

Alguns vão conseguir dar esse passo, mas muitos outros infelizmente não. Esses últimos vão procurar outros caminhos que fornecem respostas mais faceis, como o espiritismo, através da comunicação com os mortos (sabemos que isso não é possível, mas essa não é a questão aqui).

Se a pessoa que sofre não aceitar o caminho que Deus oferece, não a culpe e nunca diga que ela está pecando. Afinal, as pessoas reagem de diferentes formas à dor. 

Tenha paciência e continue a falar sobre Deus para ela. E peça ajuda ao Espírito Santo para mudar a mente daquela pessoa - nunca se esqueça que Deus tem meios que não estão ao seu alcance. Apenas faça sua parte e confie em Deus.

Com carinho  

quarta-feira, 7 de maio de 2014

O FILME SOBRE NOÉ

Toda vez que aparece um novo filme baseado na Bíblia acontecem muitas discussões. Tenho para mim que todo filme bíblico, desde que seja respeitoso, vale a pena, porque, no mínimo, gera debate sobre alguns temas importantes. Além disso, as pessoas normalmente têm dificuldade de visualizar o que aconteceu milhares de anos atrás e um filme, quando bem feito, ajuda as pessoas a terem um melhor entendimento quanto aos tempos bíblicos.

Lembro que, quando eu era pequeno, foi lançada uma versão espetacular da história da saída do povo de Israel do Egito. O filme, intitulado “Os Dez Mandamentos”, tornou famoso o ator Charlton Heston, que representou Moisés. Algumas cenas - como a abertura do Mar Vermelho para passagem do povo de Israel - causaram muito impacto. Como nota negativa houve o fato do filme ter romantizado bastante a história, inclusive "criando" um romance entre Moisés e a rainha do Egito. Mas toda obra literária, quando filmada, passa por mesmo esse processo e a Bíblia não iria ser a exceção.  

O fundamental é que aqueles que viram o filme, como eu, saíram do cinema com uma percepção mais clara daqueles fatos fundamentais da história de Israel - o período de escravidão de Israel no Egito, os milagres que Deus realizou para que o povo pudesse sair dali e, sobretudo, a importância da figura de Moisés. Até hoje, quando penso no êxodo de Israel, vem à minha mente as imagens daquele filme.

O caso mais recente é o filme sobre Noé, uma obra milionária que está gerando enorme bilheteria e também muita discussão. Foi assim mesmo que aconteceu? Noé existiu de fato? A arca cabia todos os animais? E assim por diante.

Noé existiu mesmo?
Há um erro muito comum quando as pessoas vão discutir os relatos da Bíblia: elas costumam partir para o tudo ou nada. Ou aceitam que os fatos aconteceram exatamente como uma leitura literal do texto bíblico dá a entender ou, se concluirem que não aconteceu assim, passam a pensar que a Bíblia mentiu. Não há meio termo possível.

Ora, quem age assim não tem muita ideia do que são as obras literárias. É comum que essas obras - e a Bíblia não é exceção - contenham textos que precisam ser interpretados de forma figurativa, pois fazem uso de símbolos para transmitir ideias importantes. E a existência de símbolos não torna a mensagem menos verdadeira. 

Um bom exemplo são as parábolas que Jesus contou. Não são necessariamente relatos de fatos reais - o "bom samaritano" ou o "filho pródigo" não existiram necessariamente -, mas nem por isso os ensinamentos que essas parábolas trazem deixam de ser menos verdadeiros. O livro do Apocalipse está cheio de imagens como a “besta que sai do mar”, o “dragão”, a “grande meretriz”, etc e ninguém em sã consciência acredita nessas coisas literalmente. É claro que são símbolos de outras coisas, como o Anti-Cristo, o diabo, o sistema desse mundo, etc. 

E ocorre exatamente assim com o relato da grande enchente da época de Noé (Gênesis capítulos 7 e 8): há muito simbolismo nesse texto da Bíblia. Por exemplo, o arco iris como memória da promessa que Deus não vai trazer outro dilúvio para punir o mundo.

Na verdade, a memória coletiva da humanidade inclui o relato de uma enchente catastrófica. E essa memória vai muito além da Bíblia – por exemplo, o chamado “Épico de Gilgamesh” é um relato muito parecido ao da história de Noé, escrito pelo povo sumério, muito antes da Bíblia ser composta. É claro que a Bíblia interpreta os fatos relacionados com essa enchente à luz da crença do povo de Israel em Deus, enquanto relatos como o de Gilgamesh olham para os mesmos fatos do ponto de vista das religiões pagãs. E é absolutamente natural que seja assim.

Houve sim uma grande enchente e um homem que conseguiu salvar sua família construindo um barco. Mas há diversas questões adiocinais a serem esclarecidas. Por exemplo, houve realmente uma enchente universal? 

Pensar numa enchente que cobriu toda a terra seca existente no mundo, somente deixando de fora os picos dos montes mais altos, não parece muito razoável. Seria necessária uma quantidade de água absurda, que não teria depois para onde escoar - o processo descrito no relato bíblico como as "águas baixaram". É mais razoável pensar - e essa ideia não contraria em absoluto a Bíblia - que houve uma grande enchente afetando todas regiões onde essas tradições nasceram e foram registradas.

E é fácil entender que quando a Bíblia se refere a uma enchente que atingiu "todo mundo" está usando uma figura de linguagem. Por exemplo, quando eu digo que “todo mundo” esteve, na minha casa na minha festa de aniversário, não estou dizendo que 7 bilhões de pessoas estiveram ali e sim que todas as pessoas que importavam para mim vieram. 

É exatamente assim que o relato bíblico deve ser entendido. Tratou-se de um fenômeno que aconteceu numa determinada região da terra – os estudos atuais indicam que tudo se passou na região da Mesopotâmia e do chamado Mar Negro, onde a civilização no Oriente Médio começou. Parece ser que houve uma ruptura do istmo que tornava o Mar Negro um lago, hoje o estreito da cidade Isatambul (Constantinopla), ocasionando a invasão desse lago pelas águas do Mediterrâneo, gerando uma inundação catastrófica nas suas margens.

Onde o filme acerta?
Há erros no filme, como os tais gigantes de pedra, coisa que não tem qualquer sentido. Mas prefiro me concentar aqui nos vários acertos. Primeiro, a indicação que a natureza daquela época – pelo menos 10.000 atrás – era bem diferente daquela que conhecemos hoje. Animais e plantas eram distintos e se comportavam de outra forma. E isso é razoável, pois sabemos que os seres vivos mudam ao longo do tempo, inclusive para se adaptar às mudanças do ambiente como, por exemplo, a tal “era do gelo”.

Sabemos que muitas espécies de seres vivos desapareceram e outras surgiram, inclusive por causa da intervenção dos seres humanos. Portanto, o filme acerta em mostrar uma natureza distinta daquela que conhecemos hoje. Não sei se era tão distinta como o filme mostra, mas certamente era diferente.

Acho que o filme também acerta em mostrar a precariedade da vida humana naquela época. A população era muito pobre e simplesmente lutava para sobreviver – qualquer problema fazia com que as pessoas morressem de fome. Assim, num ambiente daqueles, é notável que alguém tenha conseguido construir um barco para salvar sua família.

Finalmente, acho também positivo o filme mostrar as dúvidas de Noé como ser humano - a dificuldade dele para entender exatamente qual era seu papel no meio daquele evento catastrófico e o que Deus esperava dele. 

Resumindo, mesmo com diversas falhas, é um filme que vale a pena ser visto e depois comparado com o relato da Bíblia. Certamente você vai aprender bastante se fizer isso.


Com carinho

quinta-feira, 1 de maio de 2014

NOVIDADES NO BLOG

Caro leitor

A partir de agora você poderá seguir o meu blog através do Facebook. Procure pela nossa página (desafio de ser cristão). 

Esse novo recurso permitirá que você compartilhe com seus amigos, de forma mais fácil e rápida, os textos que achar interessantes.

Agradeço à Anne Candal e à Mari Pucca o apoio técnico na implantação desse novo recurso.  

Com carinho